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Ambulantes são explorados com cobranças de taxas abusivas

Os vendedores ambulantes de bebidas em eventos na Beira-Rio, estão sendo explorados pela Prefeitura de Imperatriz, dada a cobrança para trabalharem somente uma noite, como aconteceu na noite da última quinta-feira (29).
Segundo eles o valor das taxas pagas para trabalharem apenas uma noite foi de R$ 16,20.
A prefeitura cobrou até na festa de aniversário da cidade, e caso não pagassem o valor não desceriam à Beira-Rio.
Um vendedor com apenas uma caixa de isopor é obrigado a pagar os 16 reais e 20 centavos e os donos de barracas grandes pagam R$ 32,45.
Para eles a quantidade de vendedores nas festas realizadas na Beira-Rio foi mais de 200.
Segundo uma vendedora, os ambulantes ainda são humilhados durante o evento, porque são obrigados a chegar até às 6h e quando acontece algum imprevisto ou se os barraqueiros chegarem 10 minutos atrasados, os organizadores não deixam mais que eles vão ao local estabelecido.
Conceição de Maria Assunção, vendedora ambulante há mais de seis anos, pagou a taxa para trabalhar na festa realizada na última quinta-feira (29) na Beira Rio e disse que o lucro é pequeno para ter de pagar esta taxa para a Prefeitura.
Ela disse ainda que, neste mesmo dia, vários ambulantes ficaram sem vender no local onde estava programado.
o documento expedido pela Prefeitura é assinada por Maria Ladeane da Silva, funcionaária da secretaria municipal de Planejamento Urbano e Meio Ambiente.
Os vendedores disseram que, nas administrações anteriores, eles trabalhavam livremente sem o pagamento de alguma taxa. Já no governo Madeira até no aniversário da cidade eles são obrigados a pagarem uma taxa para trabalhar.
Os  vendedores  disseram  ainda que, aqueles  que possuem barracas na Beira-Rio, todos devem pagar R$ 32,45 e os que trabalham  só em uma noite também são obrigados a pagar, ainda  que  seja a metade.

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